Ao refletir sobre as palavras de Jesus, percebi que é muito mais fácil para mim, ser amável do que ser sincero. A sinceridade dá muito mais trabalho. É o trabalho de pensar na forma correta de dizer algo, de me empenhar para que a minha motivação esteja correta, de conversar a fundo sobre um assunto difícil. É a realidade de encarar minhas ansiedades – um coração palpitante e mãos suadas – quando corro o risco de ser sincero.
No entanto, se queremos que nossos relacionamentos cresçam, a sinceridade é inegociável. Se formos sinceros, estaremos sempre “falando a verdade com espírito de amor” (Efésios 4.15, NTLH). Observe a palavra ‘verdade’ nesse versículo e também a palavra ‘amor’. Ambas são necessárias: a verdade embrulhada em amor.
A verdade sem amor não funciona. Algumas pessoas usam a verdade como arma. Não contam a verdade; apontam-na para alguém. Às vezes, a verdade dói, mas não deve mutilar, matar ou destruir. Como Paulo encoraja: “Não digam palavras que fazem mal aos outros, mas usem apenas palavras boas, que ajudam aos outros a crescer na fé e a conseguir o que necessitam, para que as coisas que vocês dizem façam bem aos que ouvem. (Efésios 4.29, NTLH).
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